quinta-feira, 15 de novembro de 2012

NEWSLETTER DIÁRIA

Noticias de Hoje

Nos EUA as vendas a retalho contraíram pela primeira vez em 4 meses,
aumentando os receios sobre a economia do país. Sobre o Fiscal Cliff, o
Presidente do FED de Dallas veio alertar que o FED não poderá substituir
o Governo na resolução do Fiscal Cliff no caso de este não chegar a um acordo.
A Sonae apresentou ontem resultados. Em destaque esteve a área de
retalho da empresa que evoluiu positivamente no ambiente actual de crise. As suas vendas cresceram 0,8% face ao ano anterior, algo que não
era esperado no ambiente que a indústria vive. A margem de vendas do
seu sector de retalho esteve também em destaque com uma evolução
positiva de 0.4%.
Na Ásia os principais Índices encerraram em queda.

A marcar o dia de hoje…
Na Europa os mercados deverão abriram em queda continuando a tendência dos últimos dias. Durante a sessão deveremos estar atentos i) a
novas notícias sobre a Grécia e o Fiscal Cliff nos EUA ii) ao crescimento
económico de várias economias da Zona Euro durante o 3º trimestre iii) à
inflação nos EUA.
Na Europa, a Zurich e a National Grid apresentam hoje resultados, tal
como a Dell, Wal-Mart e Applied Materials nos EUA.




http://www.fincor.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Apresentação - Eleições EUA e Resultados 3T 2012 - Novembro 2012

http://www.slideshare.net/Fincor/apresentao-eleies-eua-e-resultados-3-t-2012-novembro-2012?from=share_email


NEWSLETTER DIÁRIA

Noticias de Hoje

A EDP emitiu 125 milhões de Francos Suíços a 6 anos, pagando um cupão de 4%.
O Bes apresentou um resultado líquido de €65 milhões no 3º trimestre de
2012, acima do esperado pelo consenso. Os resultados foram beneficiados por fortes ganhos de trading.
A Oi apresentou resultados acima do esperado para o 3º trimestre do ano,
no que serão boas notícias para a PT e os resultados que a empresa irá
publicar dia 30 de Novembro. Em destaque estiveram o aumento das
receitas no sector móvel, residencial e empresarial da empresa.
Na Ásia os principais Índices encerraram positivos.

A marcar o dia de hoje…
Na Europa os mercados abriram positivos depois das boas notícias vindas
da Grécia. Durante a sessão deveremos estar atentos i) a novos desenvolvimentos em torno da crise da dívida soberana na Europa, com destaque
para a Grécia e Espanha ii) à produção industrial na Zona Euro iii) às vendas a retalho nos EUA e às minutas da FED, numa altura em que os mercados se começam a focar no Fiscal Cliff.
Continua hoje a época de resultados com a Tecnicas Reunidas, SSE e
RWE a apresentarem resultados na Europa, e a Staples e a Tyco nos EUA
A Sonae apresenta hoje resultados após o fecho da sessão. Hoje haverá
greves gerais em Portugal e Espanha, e protestos agendados na Itália e
na Grécia.


http://www.fincor.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Pair Trade: National Grid - Short SSE- Fecho de Posição

Pair Trade: Longo National Grid - Short SSE - Fecho de Posição



No pair trade Longo National Grid / Curto SSE, a posição atingiu o valor do objectivo definido.

Com base nos preços de entrada do dia 15 de Outubro 2012, o pair trade registou uma valorização de cerca de 2.37%.


Últimas cotações:

NG  £ 687.50

SSE £ 1380

NEWSLETTER DIÁRIA

Noticias de Hoje
Na reunião de ontem da Comissão Europeia foi adiado até dia 20 de
Novembro a aprovação da próxima tranche à Grécia. O país terá até 2016
para baixar o défice para 2% (o anterior prazo era 2014). Confirmaram-se
as divergências entre o FMI e os líderes Europeus relativamente à sustentabilidade da dívida da Grécia.
Segundo a IEA, os EUA serão o maior produtor de petróleo mundial a partir
de 2020, sendo que a organização espera que o país se torne um exportador líquido a partir de 2030. Este cenário poderá vir a mudar todo o
mapa político que o país vive actualmente.
Na Ásia os principais Índices encerraram negativos. O Governador do Banco Central do Japão declarou que o país continuará com uma política
monetária agressiva, uma vez que a inflação este ano deverá permanecer
abaixo do objectivo estipulado pelo Governo.


A marcar o dia de hoje…

Na Europa os mercados deverão abrir negativos, penalizados pela reunião
de ontem do Eurogrupo. Durante a sessão deveremos continuar atentos à
Grécia, depois das decisões de ontem. Será hoje apresentado o Índice de
Sentimento Económico Zew, um dos indicadores da região com maior
importância para os mercados. Na Europa a Enel, Vivendi, Vodafone e
Unicredit apresentam resultados, enquanto nos EUA temos a Cisco.
Em Portugal o BES apresenta resultados após o fecho da sessão relativos
ao 3º trimestre deste ano.


http://www.fincor.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Fincor Seminários : Eleições nos EUA e Análise aos Resultados das Empresas no 3º Trimestre

A FINCOR Corretora, tem o prazer de convidá-lo(a) a assistir ao ciclo de Seminários com o tema:
 
- Market Research – Eleições nos EUA e Análise aos Resultados das Empresas no 3º Trimestre.
 
Neste seminário vamos analisar, do ponto de vista, dos Mercados e dos Investidores, os resultados das eleições de dia 6 de Novembro nos EUA
e olhar para os resultados das empresas no 3º trimestre de 2012.
 
Estas apresentações decorrem em Lisboa, nas instalações da Fincor, dia 13 pelas 17h30m, R. Castilho nº 44 - 4º.
 
 
Reserve já o seu lugar pois as inscrições estão limitadas e venha conhecer a maior corretora independente nacional.
 
 

Comentário Semanal

Segue em anexo a nota semanal da FINCOR-Sociedade Corretora, S.A., relativa à semana de 12 a 16 de Novembro.


Principais destaques:

 

·         Barack Obama venceu as eleições da última 3ª Feira - a atenção dos investidores deslocou-se rapidamente para o tema do fiscal cliff;

·         As eleições nos EUA parecem ter servido de desculpa para uma correcção nos mercados – O S&P 500 registou na semana passada a maior queda acumulada em duas sessões desde o início de 2012;

·         Num contexto de correcção para os activos de risco, a semana foi positiva para o ouro para os mercados de obrigações na Alemanha e nos EUA (que são usualmente activos de refúgio);

·         Na Grécia, o orçamento para 2013 (com um defíce orçamental previsto de 5.2% e um 6º ano consecutivo de contracção económica) e novas medidas de austeridade (cortes nas pensões, cortes nos salários da função pública e aumento na idade da reforma) foram aprovados pelo parlamento local;

·         Na conferência de imprensa do Presidente do Banco Central Europeu, após a reunião da semana passada, Mario Draghi referiu que o banco está pronto para intervir no mercado secundário, comprando obrigações soberanas nas condições previamente estabelecidas;

·         A reunião do Partido Comunista Chinês iniciou-se e deverá terminar esta semana. Como objectivos de médio prazo, foi referido que o PIB per capita (ou seja, a riqueza produzida por cada habitante) deverá dobrar dos actuais níveis até 2020, tendo sido reforçada a determinação de avançar com reformas estruturais;

·         Os dados económicos nos EUA, referentes ao mês de Outubro, poderão ser afectados pelo furacão Sandy.

 

Slides:

 

Zona-Euro

·         O Banco Central Europeu manteve inalterada a sua principal taxa de juro de referência nos 0.75%. Mario Draghi referiu que os sinais mais recentes sugerem um novo enfraquecimento da economia no 4º trimestre de 2012;

·         A taxa de desemprego na Zona-Euro subiu para um novo máximo (11.6%) em Setembro. Provavelmente, o consumo privado irá manter-se fraco na região;

·         A produção industrial na Alemanha para o mês de Setembro caiu 1.8% face ao mês anterior. Os inquéritos à actividade industrial sugerem novas quedas. Estará a economia alemã a dar sinais de abrandamento?

·         À atenção da Jerónimo Martins… o Banco Central da Polónia cortou a sua principal taxa de juro de referência em 0.25% para 4.50%. Os objectivos para o crescimento e a inflação do país para 2013 e 2014 foram revistos em baixo. Poderá ter sido iniciado um novo ciclo de descida nas taxas de juro do Banco Central da Polónia;

·         Os políticos da Grécia cumpriram… e aprovaram as novas medidas de austeridade e o orçamento para 2013. Contudo, a dívida pública permanece insustentável, pelo que será necessário que exista vontade política na Zona-Euro para lidar com o problema, num momento que o rácio dívida pública/PIB deverá apresentar um valor bem acima do estabelecido no 2º programa (Março 2012);

·         A comissão Europeia divulgou o seu relatório de Outono 2012, contendo previsões económicas para os países da região – A economia da Itália deverá contrair -0.5% em 2013, acima do esperado pelo governo local (-0.2%). Na Grécia, o PIB (medida da riqueza produzida pelo país) deverá cair 4.2% no próximo ano. Para a Espanha, a contracção em 2013 deverá ser de -1.4%, bem acima da projecção do governo (-0.5%). O défice orçamental deverá atingir este ano os 8% do PIB, acima do objectivo estabelecido com a União Europeia (6.0%). No próximo ano, é estimado um valor de 6.0%, também acima do objectivo do governo (4.5%). Para Portugal, o relatório espera uma quebra do PIB de 3% em 2012 e 1% em 2013.

 

EUA

·         Das eleições nos EUA resultou um governo dividido, com os Republicanos a manter a maioria no Congresso e os Domacratas a ter o controlo do Senado. Um acordo é necessário para evitar o fiscal cliff. De acordo, com as mais recentes estimativas, e na ausência de um compromisso, o fiscal cliff teria um impacto negativo na economia de -2.9% (ou seja, iria empurrar a economia local para uma nova recessão). As negociações deverão começar já esta semana. O consenso parece esperar uma decisão para a segunda metade do mês de Dezembro;

·         O défice comercial baixou no mês de Setembro, o que poderá justificar uma revisão positiva do crescimento do PIB para o 3º trimestre de 2012;

·         A confiança dos consumidores, medida pelo indicador divulgado pela Universidade de Michigan, encontra-se num máximo para os últimos 5 anos. Irá o tema do fiscal cliff ter um impacto negativo no inquérito do próximo mês?

 

Resto do Mundo

·         A economia da China continua a dar sinais de recuperação. A produção industrial para o mês de Outubro aumentou 9.6% face a igual período do ano passado;

·         As exportações de Taiwan para a China tem, igualmente, sugerido uma retoma (ainda que modesta) do ritmo de crescimento da economia chinesa.

 

Resultados das empresas portuguesas na última semana

·         REN (RENE PL): O resultado líquido atingiu 98.4 milhões de euros nos primeiros 9 meses de 2012, um crescimento de 2.9% face a igual período do ano passado, mas 3% aquém do esperado pelo consenso. A empresa apresenta o seu novo plano estratégico. A REN pretende reduzir o seu endividamento e irá canalizar uma parte do seu investimento para áreas fora de Portugal;

·         EDP (EDP PL): O resultado líquido referente ao 3º trimestre de 2012 situou-se nos 213 milhões de euros, uma queda de 1% face ao mesmo período do ano passado mas 10% acima do valor esperado pelo consenso;

·         EDP Renováveis (EDPR PL): A primeira venda de minoritários à CTG deverá ocorrer neste 4º trimestre de 2012;

·         Portugal Telecom (PTC PL): O Resultado antes de importos, componente financeira e amortizações atingiu os 301 milhões de euros no 3º trimestre de 2012, praticamente em linha com o que era esperado pelo consenso (303 milhões de euros). Os resultados da sua subsidiária no Brasil (Oi) serão apresentados amanhã. Os resultados consolidados da Portugal Telecom serão divulgados no dia 30 de Novembro;

·         Zon (ZON PL): O resultado líquido aumentou 6.3% face a igual período do ano passado. As receitas na área internacional apresentam uma evolução positiva.

 

Período de Reporte de Resultados Referente ao 3º Trimestre de 2012:

·         Europa: 71% das empresas que reportaram conseguiram ultrapassar as previsões no que se refere aos resultados. Apenas 52% apresentaram vendas acima do consenso. O sector dos Seguros e da Energia merecem destaque pela positiva. Pela negativa, destaque para a área da Alimentação e Bebidas;

·         EUA: Os comentários das empresas para o 4º trimestre têm sido fracos. As estimativas do consenso para os resultados do 4º trimenstre estão em queda. As empresas mencionaram o efeito negativo criado pela incerteza em torno do fiscal cliff.

 

Destaques do Mercado na Última Semana

·         A Groupon (GRPN US) apresentou resultados fracos, o que levou a cotação do título a cair cerca de 30% na sessão de 6ª feira. Os investidores permanecem com sérias dúvidas relativamente ao modelo de negócio da Groupon;

·         A JP Morgan (JPM US) irá levar a cabo um plano de recompra de acções próprias em mercado durante o 1º trimestre de 2013 no montante de 3 mil milhões de dólares;

·         O BCP (BCP PL) registou um prejuízo de 252 milhões de euros no 3º trimestre de 2012. A cotação do título acumula uma queda de quase 18% desde o início do ano. A deterioração na qualidade dos empréstimos que o banco tem em carteira e a capacidade do banco para reembolsar as obrigações convertíveis adquiridas pelo Estado são importantes incertezas para os investidores.

 

 

Temas para a próxima semana

·         A reunião do Eurogrupo deverá iniciar-se já hoje. Notícias recentes sugerem que uma decisão final sobre a Grécia ainda não deverá ser anunciada hoje, uma vez que o relatório final sobre a sustentabilidade da dívida do país ainda não estará concluído. Segundo as mesmas notícias, a União Bancária não deverá ser discutida;

·         O período de reporte de resultados referente ao 3º trimestre continua esta semana. Na Europa, destaque para a ENEL, Intesa SanPaolo, E.On, Vivendi e Vodafone na 3ª feira, Infineon e RWE na 4ª feira e National Grid na 5ª feira. Nos EUA, destaque para a Cisco Systems na 3ª feira, a Dell, a Wal-Mart e a Applied Materials na 5ª feira;

·         O furacão Sandy irá provavelmente distorcer os dados económicos que serão apresentados esta semana nos EUA, como as vendas a retalho (14 de Novembro) ou a produção industrial (16 de Novembro).

 

 

O que iremos acompanhar na próxima semana?

 

·         2ª Feira (12 Nov)

o   PIB do Japão (3º trimestre, preliminar);

o   A Chanceler Merkel encontra-se com o Primeiro-Ministro de Portugal;

o   Início da reunião do Eurogrupo;

o   Dia dos Veteranos nos EUA: O mercado de acções estará aberto mas o mercado de obrigações poderá ser afectado.

 

·         3ª Feira (13 Nov)

o   Inquérito de sentimento ZEW;

o   Inflação no Reeino Unido (Out).

 

·         4ª Feira (14 Nov)

o   Inflação na Índia (Out);

o   PIB  para Portugal (3º trimestre);

o   Relatório de Inflação do Banco de Inglaterra;

o   Vendas a Retalho nos EUA;

o   Minutas reunião do Comité de Política Monetária do FED – O mercado irá provavelmente procurar por sinais do que poderá acontecer no final do ano quando a operação Twist expirar;

o   Greve em Portugal convocada pela CGTP.

 

·         Feira (15 Nov)

o   Dados preliminares do PIB referente ao 3º trimestre para a França, Itália, Alemanha e Zona-Euro;

o   Dados do PIB para a Espanha referente ao 3º trimestre (valor final);

o   Inflação (ao nível dos consumidores) para os EUA (Out);

o   Índice de actividade do sector industrial para Filadéfia;

o   Discurso de Bem Bernanke sobre os mercados de construção residencia

 

·         Feira (16 Nov)

o   Produção industrial nos EUA (Out);

o   Dados do PIB referente ao 3º trimestre para Hong-Kong, Malásia e Singapura – Será que vamos ter sinais de recuperação?

 

 

Gráficos a acompanhar:

·         A Sonae (SON PL) irá apresentar resultados esta semana (14 de Novembro) – É um dos títulos com maior variação acumulada desde o início do ano. Tendo a Sonaecom (SNC PL) já reportado, a atenção dos investidores deverá estar na área de retalho;

·         O BPI (BPI PL) tem sido claramente o título em destaque pela positiva este ano no sector financeiro português. O BES (BES PL) irá reportar resultados no dia 13 de Novembro. Os investidores deverão estar atentos à evolução das provisões para crédito mal parado e ao comportamento da área internacional;

·         A Apple (AAPL US)  continua a corrigir. Este movimento tem um claro efeito negativo no índice S&P 500 e no sector da tecnologia, tendo em conta o peso que a Apple tem em cada um deles;

·         As acções do Facebook (FB US) estão a perder mais de 49% desde o seu preço inicial de colocação em bolsa (38 dólares). 777 milhões de acções cuja negociação estava impedida poderão agora ser livremente transaccionadas. Tal poderá colocar pressão sobre o preço da acção.