segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Trading idea: Long PPR - Short LVMH

No início do mês, a Burberry anunciou que os lucros, antes de impostos, provavelmente tocariam a extremidade inferior das expectativas do mercado para este ano. Com um ambiente externo mais desafiador e historicamente elevado, o mercado tornou-se mais cauteloso sobre o sector.

Preferimos focar em empresas em reestruturação, tais como PPR.

A nossa escolha recai na LVMH ( a LVMH é o benchmark do sector e, geralmente, tem  uma visão macro do negócio). PPR encontra-se a negociar com desconto comparando com os seus pares nos artigos de luxo.

No Q2 2012  o crescimento orgânico das vendas para a marca Gucci ainda era robusto. Bottega Veneta e YSL foram colaboradores de lucros fortes de crescimento, devido a um posicionamento num interessante nicho de mercado.

Marcas menores como Alexander McQueen, Stella McCartney ou Girard-Perregaux também apresentam potencial de venda. Após os resultados decepcionantes da Puma do Q2, pode continuar a ser um ponto fraco para o caso de investimento. Divisão de luxo PPR tem vindo a aumentar (e deve continuar) a sua participação no lucro total do Grupo. Activos adicionais são até venda na área de retalho (Redcats e Fnac).


Os elementos mais importantes no caso da PPR de investimento são:


• Realocação de activos: de menor margem de crescimento nas divisões de vendas de retalho para produtos de luxo;
• Re-rating da empresa cada vez mais atraente na divisão de bens de luxo;
• Avaliação: pick-up do prémio de risco de aquisição que o mercado actualmente que os preços da acção PPR.

LVMH H1

Mostrou em 2012 alguma fraqueza em comparação com as expectativas do mercado. Wines & Spirits teve outro trimestre estelar, compensado por um desempenho mais fraco em no sector na  Moda,Couro e relógios e jóias.

O crescimento, na Louis Vuitton, foi o principal contribuidor para o grupo, mas comparativamente  mais lento do que, por exemplo, PPR. O bom desempenho dos negócios e margem inferior da integração da Bulgari continuam a pesar sobre as margens da LVMH. A empresa terá de enfrentar o aumento da concorrência na China e possivelmente maior investimento na marca.

Análise Semanal

Principais tópicos:

-Temas da semana anterior:

Europa:

Espanha, Mais uma semana que termina… e ainda não pediu formalmente ajuda externa.

Grécia, relatório da Troika sofrerá um adiamento?

Itália, Governo reviu objectivos fiscais;

Dados macroeconómicos ainda apontam para recepção.

Foco nos leilões de obrigações;

O BCE ainda tem poder de fogo;

 

EUA:

               Recuperação do mercado imobiliário continua a ganhar tracção;

                Com outros indicadores a mostrar sinais de fraqueza.

                Será o QE3 eficaz para a recuperação económica;

Outros:

BOJ-Banco do Japão aumenta programa QE;

Continuam tensões geo-politicas na região;

 

Portugal:

Aumento Capital BCP;

Fusão Zon/Sonae.Com, Será que irá acontecer desta vez?

Soluções alternativas ao plano de austeridade;

 

-Temas para a próxima semana:

Europa:

                Crise soberana;

            Pedirá Espanha ajuda externa?                              

Troika em Atenas para auxiliar autoridades Gregas;

Leilões divida em Itália e na Alemanha;

EUA:

                Dados macroeconómicos relevantes;

Outros

                Aumento riscos geo-politicos;

 

Ideias:

Portugal

                ZON/Sonae.Com - (Compra de Curto Prazo) - Razões para comprar;       

 

http://www.slideshare.net/Fincor/weekly-markets-perspectives-september-24-1?from=share_email

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Noticias de Hoje
Durante o fim-de-semana, Merkel e Hollande voltaram-se a encontrar, tendo-se discutido a possibilidade de uma União Bancária para a Zona Euro, algo em que os dois países continuam a ter diferenças de opinião quanto aos modos em que deve avançar.

Da Grécia continua a não haver acordo quanto aos cortes a implementar no país no valor de 11,5 mil milhões de Euros. O Primeiro-Ministro Françês expressou o seu apoio ao país Helénico, algo que ainda poderá levar a uma maior cisão entre os dois países.

Na Ásia os principais Índices encerraram mistos.
A marcar o dia de hoje…

Na Europa os mercados abriram em queda. Durante a sessão deveremos continuar a estar atentos a Espanha, uma vez que o país poderá estar em vias de pedir um resgate para o seu sector público, e na Grécia, onde ainda é preciso chegar a um acordo nos cortes da despesa a implementar no país. Deveremos estar ainda atentos na região às emissões de dívida por parte da Alemanha e França, vistos como dois activos de refúgio por parte dos investidores, e ao IFO da Alemanha. Nos EUA o destaque irá para o índice de actividade industrial do FED de Dallas.



http://www.fincor.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Fincor in VE


NEWSLETTER DIÁRIA

Noticias de Hoje


O Presidente do FED de Dallas revelou as suas incertezas quanto ao facto do FED vir a criar emprego com sucesso no país, relembrando as pressões inflacionistas que o QE3 pode trazer ao país.

Guido Mantega, Ministro das Finanças do Brasil, avisou que o QE3 por parte dos EUA poderá despertar uma guerra entre os vários países para desvalorizarem as suas moedas. O Ministro avançou que o aumento do QE por parte do Japão foi motivado por esta razão.

O Primeiro Ministro Chinês declarou que o País estará a investir em títulos de dívida soberana da Zona Euro, de maneira a suportar a região e benefi-ciar de uma diversificação do portfolio detido.

Na Ásia, os principais Índices encerraram em alta.

A marcar o dia de hoje…




Na Europa os mercados deverão abrir positivos. Durante a sessão devere-mos estar atentos a novos desenvolvimentos da crise da dívida soberana na Europa, com destaque para a Espanha e Grécia, depois de ter sido noticiado que a primeira estará em negociações com a Zona Euro para pedir um resgate, e enquanto se espera um relatório da Troika sobre as medidas implementadas pelo segundo país.


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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

NEWSLETTER DIÁRIA

Noticias de Hoje
A Alemanha emitiu 4,08 mil milhões de Euros em obrigações do tesouro a 2 anos, tendo pago uma Yield de 0,06%. Este valor contrasta com os valo-res negativos com que as Yields a 2 anos transacionavam no princípio do corrente mês.

Na Ásia os principais Índices encerraram em queda, devido ao Índice de Produção Industrial na China do HSBC indicar que a economia do país continua em abrandamento e devido às tensões existentes entre o país e o Japão referentes às ilhas Senkaku.

A marcar o dia de hoje…
Na Europa os principais Índices deverão abrir em queda, pressionados pelos dados económicos vindos da China. Hoje será uma sessão onde serão publicados importantes dados económicos, sendo que o destaque irá i) o Índice PMI de actividade industrial na Alemanha ii) os Leading Indi-cators, os dados sobre o emprego nos EUA e o índice de actividade indus-trial do FED de Filadélfia iii) o leilão de obrigações do tesouro por parte de Espanha, onde será interessante verificar a procura por parte dos investi-dores, um vez que o país que ainda não um pediu um resgate para o seu sector público.


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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

NEWSLETTER DIÁRIA

Noticias de Hoje
Em Espanha, os empréstimos em incumprimento atingiram um novo máxi-mo, tendo alcançado os 9,86%.

Na Ásia, os principais Índices encerraram positivos.

O Banco do Japão anunciou que irá aumentar o seu programa de QE em 10 mil milhões de Ienes para 80 mil milhões de Ienes. O objectivo será estimular a economia do país, cuja actividade tem vindo a abrandar pela diminuição do consumo interno e pela crise global vivida.

A marcar o dia de hoje…
Na Europa, os principais Índices deverão abrir positivos em resultado do aumento do programa de QE por parte do Banco Central do Japão. Duran-te a sessão deveremos estar atentos i) a novos desenvolvimentos da crise da dívida soberana na Europa, com os mercados a estarem centrados na situação de Espanha e Grécia ii) a emissão de títulos de dívida por parte de Portugal e Alemanha iii) os dados do sector imobiliário a publicar nos EUA.

Continuam hoje a transacionar direitos do BCP, sendo que continuam a existir oportunidades de arbitragem entre a negociação dos direitos e dos títulos.

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