quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sonaecom: Resultados operacionais em linha. Avaliação Neutral


Sonaecom: Resultados operacionais em linha. Avaliação Neutral

A Sonaecom apresentou resultados ontem depois do fecho dos mercados, tendo tido um lucro de 21,l milhões de Euros, o que ultrapassou a nossa estimativa (€15,4mn) e o consensus (€14,4mn). O sector móvel continua a ter um valor predominante nos resultados da empresa, ao representar 64% das vendas da empresa. Ainda assim, observou-se uma queda de 8% das vendas devido a uma queda do ARPU por cliente .
O EBITDA da empresa aumentou 3,6% para 64,2 milhões de Euros em linha com a nossa estimativa de 63,6 mn€ e acima do consensus de 62 mn€. Esta melhoria nos resultados deveu-se à maior eficiência operacional da empresa.
O factor que surpreendeu o mercado foi a taxa de imposto. Enquanto esperávamos que a empresa pagasse uma taxa de 25%, esta pagou apenas 11%.
Continuamos neutrais para o título, e a possibilidade desta ganhar upside está dependente de uma fusão com a Zon, o que geraria sinergias para ambas as empresas e permitiria formar um player com dimensão para rivalizar com a PT no sector residencial, móvel e de empresas.

NEWSLETTER DIÁRIA

Noticias de Hoje

A Sonaecom apresentou um lucro de 21,1 milhões de Euros, ultrapassando a nossa estimativa de 15,4 milhões de Euros e o consensos de 14,4
milhões de Euros. O EBITDA da empresa foi de 64,2 milhões de Euros, em
linha com a nossa expectativa de 63,6 milhões de Euros e com o consensos do mercado de 62 milhões de Euros. O sector móvel continua a ter
um peso predominante nos resultados da empresa, ao representar 64%
das suas vendas. O factor que nos surpreendeu a nós e ao mercado foi a 
taxa de imposto usada pela empresa, Enquanto esperávamos que esta
pagasse uma taxa de 25%, esta pagou apenas uma taxa de 11%. Continuamos neutrais para o título, com a possibilidade deste ganhar upside a estar dependente de uma fusão com a Zon.
Na Ásia os principais Índices encerraram em queda, pressionados pelas
notícias vindas da Europa, e depois do FMI ter afirmado que a economia
Chinesa atravessa grandes riscos de abrandamento económico.
A marcar o dia de hoje…
Na Europa os mercados deverão abrir negativos, pressionados pelas notí-
cias vindas de Espanha, Grécia e os resultados publicados ontem pela
Apple que ficaram abaixo do esperado pelo Mercado. Os acontecimentos
que deverão marcar a sessão são i) a visita da Troika à Grécia,onde
serão clarificadas a eficácia das medidas implementadas pelo país para
fazer face à sua dívida ii) mais notícias em torno de Espanha, nomeadamente sobre a possibilidade do país vir a pedir um resgate para o sector
público iii) dados económicos a publicar hoje nos EUA sobre o sector imobiliário.
A Jerónimo Martins apresentou um lucro de 84 milhões de Euros, abaixo 
da nossa estimativa de 87 milhões de Euros e do consensus de 90 milhões de Euros.

http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf

terça-feira, 24 de julho de 2012

Análise Técnica - DAX


Para  curto prazo, temos o DAX numa zona de decisão, tecnicamente temos duas zonas de referência, a zona dos 6360/70 que é um suporte importante e a zona dos 6440/50 que é a resistência de curto prazo mais significativa.
Em velas horárias, o DAX esta a criar um triângulo, que nos poderá dar uma implicação altista caso perfure o mesmo em alta ou uma projecção baixista caso o rompa em baixa.
Em velas diárias o índice alemão está a negociar num canal ascendente desde inicio de Junho situando-se agora na parte baixa do mesmo, que serve de suporte.
Como disse acima, para nós, o DAX a cotar acima dos 6440/50 é um sinal positivo e a cotar abaixo dos 6360/70 é um sinal  negativo para o índice.

NOTA: GAP nos 6620

A possibilidade de querer  fechar o gap que deixou nos 6620 (não visível neste gráfico)  é grande. Pois sabemos que o “mercado não gosta” de deixar “gaps por fechar”. Caso o venha a fechar conseguimos vislumbrar  uma POSSIBILIDADE DE cabeça e ombros, no médio prazo. 


 Fonte : Way Out

Fincor in DE

http://www.slideshare.net/Fincor/fincor-in-de-24072012?from=share_email

Jerónimo Martins: Pingo doce vs. Biedronka: Resultados mistos, Outlook positivo


Apresentação de Resultados dia 25 de Julho antes da abertura

Este trimestre os resultados da empresa deverão aumentar para 87 milhões de Euros (consenso em 90mn€), motivados por um aumento de 10 % das vendas do grupo para 2.682 milhões de Euros (consensos em 2.691mn€) e pelo aumento do EBITDA em 2% para 176 milhões de Euros (consensos em 172 mn€).
A Biedronka assume um papel cada vez mais importante nos resultados da empresa, uma vez que este trimestre deve representar 75% do EBITDA total da empresa. As suas vendas deverão aumentar pelo Campeonato da Europa e pelo crescimento que o país tem observado, ainda que a queda que a inflacção que o país tem registado e a desvalorização do Zlotsky prejudiquem ligeiramente este crescimento.
Em Portugal, deveremos voltar a assistir a uma subida do LFL do Pingo Doce em 1%, ainda que prejudicado pela queda da sua margem do EBITDA para 4% das vendas. Esta forte queda de margens deverá ter sido particularmente afectada pelas promoções do ultimo trimestre, nomeadamente, a do fim de semana do 1 de Maio. No futuro acreditamos que a margem deverá voltar a estabilizar para um valor próximo dos 6% das vendas.
Os custos de financiamento da empresa deverão cair, devido ao menor grau de alavancagem que a empresa teve no último trimestre. Já os seus impostos deverão aumentar ligeiramente, em resultado do aumento do resultado da empresa.
Acreditamos que a Jerónimo Martins tem espaço para uma performance positiva nos próximos 3 meses devido a i) avaliação atractiva dos seus fundamentais ii) potencial de crescimento na Colômbia com entrada recente iii) exposição à Polónia, uma economia que cresceu acima de 4% em 2011 e que é esperado continuar a crescer acima de 3% nos próximos 2 anos. Os principais riscos da empresa estarão na queda da inflacção da Polónia e uma queda do produto do país, a desvalorização do Zlotsky face ao Euro, e o agravar da crise económica na Europa.

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Noticias de Hoje

Itália e Espanha proibiram o short-selling sobre acções do seu país, numa
tentativa de conter as quedas a que se tem assistido no mercado. Para
Itália esta medida é válida até à próxima semana, enquanto no caso de
Espanha esta medida é válida até Outubro.
A PT colocou os 400 milhões de Euros a que se tinha proposto em obriga-
ções oferecidas a retalho. Os títulos pagam um cupão de 6,25% e têm
uma maturidade de 4 anos.
O BPI encerrou ontem abaixo do preço de subscrição do aumento de capital de 0,5€ por título, o que põe em risco o sucesso da operação de aumento de capital por parte do Banco.
Na Ásia os principais Índices encerraram mistos, depois do índice preliminar de actividade industrial na China indicar que a contracção económica no país terá abrandado.
 
A marcar o dia de hoje…
 
Na Europa os mercados deverão abrir pressionados pela Moody’s ter colocado o rating da Alemanha, Luxemburgo e Holanda sobre Outlook negativo, devido à situação vivida na Grécia. Acreditamos que a sessão deverá ficar marcada i) pela chegada da Troika à Grécia e as declarações desta
sobre o estado da economia do país ii) os dados económicos sobre a actividade industrial na Zona Euro iii)  a emissão de bilhetes do tesouro por parte de Espanha iv) época de resultados nos EUA com destaque hoje para a Apple e AT&T.
A Sonaecom apresenta hoje resultados depois do fecho da sessão, sendo
que esperamos um lucro de 15 milhões de Euros da empresa.

http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sonaecom: Queda de Resultados, Avaliação Neutral, Upside depende de M&A com ZON


Apresentação de Resultados dia 24 de Julho

De acordo com as nossas estimativas, as vendas da empresa deverão cair 1% para 201 milhões de Euros (consensos em 199mn€), embora o EBITDA aumente 5% para 63,6 milhões de Euros (€62mn do consenso dos analistas publicado pela Reuters). O sector móvel deverá continuar a ser predominante para os resultados da empresa, ao representar 83% do seu EBITDA. Os custos de financiamento deverão ter aumentado em resultado do maior alavancamento que a empresa teve durante o trimestre. O resultado líquido da empresa deverá cair 9% face ao último trimestre para 15 milhões de Euros.
Acreditamos que os resultados não serão determinantes para a evolução da acção no médio prazo. A empresa transacciona com algum upside fundamental mas o verdadeiro catalisador da acção reside no potencial de M&A com a ZON. Acreditamos que a acontecer alguma actividade corporativa, o valor das sinergias será maximizado se a mesma acontecer ainda este ano.