quarta-feira, 6 de junho de 2012

NEWSLETTER — NOTA DE ABERTURA

ANTEVISÃO DO DIA:

Na Europa os Futuros estão positivos, indicando que os Mercados deverão abrir no mesmo sentido. Destaque para os dados a publicar sobre o crescimento da economia da Zona Euro, a produção industrial na Alemanha e os pedidos de em-préstimos para a compra de casas nos EUA .
O BCE reúne-se hoje, não se esperando no entanto alterações na taxa de juro de referência que se situa nos 1%.
Portugal emite hoje bilhetes do tesouro com maturidades a 6 e 12 meses durante a manhã, tal como a Alemanha que emite obrigações do tesouro com maturidades a 5 anos.
O Commerzbank viu o seu rating cortado em um nível pela Moody’s para A3.

http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf

terça-feira, 5 de junho de 2012

NEWSLETTER — NOTA DE FECHO

FECHO DA EUROPA:

O PSI20 encerrou a sessão a subir +0,46%, em linha com os seus congéneres Europeus. Tal ficou a dever-se às declarações dos membros do G7 após a conclusão da conferência.
Segundo o Ministro das Finanças Japonês, foi acordado que os países irão actuar em conjunto de maneira a lidar com os problemas oriundos da Zona Euro, concretamente da Espanha e da Grécia.
O Ministro das Finanças Alemão disse que o Governo Espanhol está a tomar as decisões correctas para fazer face à crise, e que as quedas dos preços das obrigações de dívida soberana do país devem-se ao contágio vindo da Grécia. Aproveitou ainda para reiterar que para haver dívida comum na Europa, terá que haver primeiro uma união orçamental.

http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter2.pdf

NEWSLETTER — NOTA DE ABERTURA

ANTEVISÃO DO DIA:

Na Europa os Futuros estão positivos, indicando que os Mercados deverão abrir no mesmo sentido. Destaque para os dados a publicar sobre os sectores dos serviços e as vendas a retalho na Zona Euro, e as encomendas ás fábricas na Alemanha.
É hoje a conferência dos Ministros das Finanças e dos Governadores dos Bancos Centrais do G7, para se discutir a crise na Europa.
Os Mercados estarão encerrados no Reino Unido devido ao Jubileu da Rainha e na Dinamarca devido ao Dia da Constituição.
Realiza-se a Assembleia Geral da France Telecom onde se abordará uma redução do dividendo para não sacrificar futuros investimentos.

http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf

segunda-feira, 4 de junho de 2012

NEWSLETTER — NOTA DE FECHO

FECHO DA EUROPA:

O PSI20 encerrou a sessão a subir +0,43%, em linha com os seus congéneres Europeus. Tal deveu-se aos dados sobre o emprego publicados hoje em Espanha.
O número de pessoas inscritas nos centros de desemprego em Espanha diminuiu em cerca de 30.000 pessoas, depois de no mês anterior ter diminuído mais de 6.000 pessoas.
Continua o debate na Europa sobre a possibilidade dos Fundos de Resgate Europeus poderem ser usados directamente para apoiar o sector bancário.
A Caixa Geral de Depósitos, o BPI e o BCP anunciaram que irão fazer aumentos de capital com ajuda do Estado. No caso do primeiro, este irá reforçar o seu capital em 1.650 milhões de Euros. O segundo anunciou que irá fazer um aumento de capital no valor de 1,5 mil milhões de Euros, sendo que 200 milhões de Euros são reservados a particulares e 1,3 mil milhões de Euros em CoCos a subscrever pelo Estado Português. O BCP irá emitir 3,5 mil milhões de Euros, sendo que 500 milhões de Euros são reservados a particulares e 3 mil milhões de Euros em Obrigações convertiveis "CoCos" a subscrever pelo Estado. Os dois últimos comprometeram-se cada um a financiar PMEs em 30 milhões de Euros por ano.

http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter2.pdf

ANÁLISE TÉCNICA - ÍNDICES


 A semana passada foi marcada com alta volatilidade e incerteza nos mercados, os ressaltos que se previam, foram sol de pouca dura sendo que apenas se deram na Terça-feira passada que viriam a desfalecer no dia seguinte.
         Ainda que a semana passada tenha terminado com mínimos inferiores ao da anterior, o mercado poderá enganar aqueles que se dedicam a entrar numa direcção, que independentemente de qual, apenas a identificam e entram.
         Importa por esse motivo descrever os vários sinais que os mercados nos dão e olhar para os gráficos com muita atenção, pois só assim se identificam as rasteiras que este nos poderá pregar.


      ÍNDICE VIX DE VOLATILIDADE:

   Este Índice voltou a tocar máximos do ano, é por isso preciso confirmar se estes máximos são superados para que não se trate de um duplo tecto. Tratar-se de tal figura gráfica, implicaria a uma forte correcção por parte deste medidor do medo, e o que levaria aos mercados a ressaltar com alguma verticalidade. Como se não bastasse, enfrenta este medidor, a média móvel dos 200 períodos, que acompanhado do volume decrescente na última semana e associado às divergências apresentadas pelo RSI, isto poderá dar o sinal de o mercado querer aliviar. Convém relembrar que são os preços os que mandam, e que só a perda do nível de 23,10, dará como confirmada a figura. É igualmente importante ressalvar, que este Índice tem uma divida para com a análise técnica, a de ir ao nível de 32,00 pontos, e só o tempo poderá anular tal projecção.


      ÍNDICES EUA:

   Tanto o DOW JONES INDUSTRIAL, como o S&P500 e o NASDAQ100, apresentam figuras em gráficos mensais de que estas correcções são para continuar. No entanto, são estas correcções saudáveis e necessárias, e vistos os gráficos desde Março de 2009, não estão para já e por enquanto ameaçados os níveis ascendentes de Longo prazo. Ao contrário do que se passa em Europa, o volume tem estado presente nestes índices, o período compreendido entre 2009 e 2012, comparado com o volume de entre 2005 e 2008, mostra claramente que é no mercado Norte  Americano que estão a maior parte dos investidores.
   Observando mais de perto a estes índices, e vistos em gráficos diários, destaque para o facto de todos eles (Nasdaq.100, Russel.2000, S&P.500 e DJI.30) ameaçarem a media móvel de 200 períodos. O que se pode destacar por passar talvez de alguma forma despercebido, é que estes índices se podem parar temporalmente no mínimo realizado na sexta-feira passada pelo facto de esses níveis corresponder ao ponto de apoio ou (TROUGHT BACK) zona de trampolim da antiga directriz baixista que se iniciou em Maio. Outro aspecto a ter em consideração é o facto de estarem estes índices inseridos numa tendência secundaria, ou seja, zona de consolidação, e que poderá eventualmente esta ser a ultima sub-onda baixista. Para o NASDAQ100, ainda lhe faltará percorrer parte da descida, mas a julgar pelo S&P500, a mesma encontra-se muito perto do final. Resumindo, entrar baixista actualmente, poderá ser arriscado.


      ÍNDICES EUROPEUS:

   Pegando nos principais índices europeus, (CAC.40, EUROSTOXX.50, DAX.30 e FTSE.100) vistos em gráficos mensais, verifica-se que não perderam a pendente altista que se compreende entre Março de 2009 e actualmente. O que se destaca é o volume, que ao contrário dos mercados Norte Americanos, mostram que o dinheiro não está na Europa, mas os gráficos mostram sim, que já esteve. Em gráficos semanais, destaque para o DAX.30 e FTSE.100 que se encontram apoiados na média móvel dos 200 períodos. Convém ressalvar, que esta media ou ate mesmo um suporte, só se considera perdido com o fecho semanal abaixo dos mencionados níveis.








CAFÉ vs. AÇÚCAR


   As fortes preocupações, com a instabilidade politica e o nível de endividamento da Grécia, agravada pelo problema da banca em Espanha, provocam receios de alastramento que se transformem numa recessão de nível mundial. A conjugação destes factores tem vindo a assustar os intervenientes dos mercados financeiros, deteriorando as perspectivas de negócio das  matérias-primas. Este cenário está levar os investidores a refugiarem-se, em activos que consideram seguros, um dos quais o Dólar.
A maioria das matérias-primas tocou mínimos de cinco meses, com excepção do Açúcar e do Café, que desceram a níveis mínimos de quase dois anos.

   Por questões fundamentais, a que se deve tudo isto?

   O aumento das vendas por parte dos exportadores do Brasil, o maior produtor do mundo, e a diminuição das compras na união europeia afectada pela crise, empurrou os preços do café ao seu menor nível em 21 meses. Como agravante para esta matéria prima, a produção mundial poderia superar a oferta em 5,3 milhões de sacos no ano de colheita que começa em Outubro.
 O cultivo na Colômbia, o segundo maior produtor de grãos de café arábia depois do Brasil, melhorará no segundo semestre  e em 2013 prevê alcançar o maior nível de produção dos últimos cinco anos. A fraca produção nos primeiros meses do corrente ano, está relacionada com as  fortes chuvadas, que causaram estragos nas plantações e atraíram doenças, a que esta matéria-prima está vulnerável nestas estações do ano
 Os futuros do Café caíram 33% num ano. Devido às expectativas de que as colheitas brasileiras possam crescer 16% relativamente ao ano anterior, atingindo 50,5 milhões de sacos. Este numero corresponderá a novo máximo histórico para este País, no entanto, os mais optimistas, admitem mesmo que a produção possa atingir os 55 milhões.
  Na verdade, a actual queda dos preços do café não se reflecte nos preços pagos pelo consumidor final. Os produtores suportam maiores despesas de manutenção da produção e vêem também os custos de transporte para colocação dos seus produtos no mercado aumentarem.
 Quanto ao açúcar não refinado, os seus preços caíram cerca de 20% entre 23 de Março e 2 de Maio, atribui-se esta forte queda, ao mais fácil acesso ao mercado de açúcar da Índia, o segundo maior produtor desta matéria após o Brasil. A desvalorização da moeda da Índia, a Rupia, que se encontra em  mínimos de sempre, influenciou fortemente o preço do açúcar ali produzido, e logicamente facilitou a sua exportação.

   Resumindo, não se vislumbra um ajuste dos preços ou aliviar dos mesmos, sendo inclusivamente, previsível que estes continuem a descer a curto e médio prazo.


   TECNICAMENTE:

   Coffee (Café): Não podia ser pior os aspecto técnico desta matéria-prima, depois de perder a directriz altista de médio prazo, que coincide com o nível actual da média móvel de 200 períodos, tem como próximo objectivo os 136 pontos no que respeita á cotação de preços no mercados de futuros. Cabe referir, que antes disso, no nível dos 145 pontos, poderá o preço encontrar um suporte temporal, embora sem muita importância.

   Sugar (Açúcar): Esta matéria está menos amarga que o café, embora se encontre na zona de confirmação da perda da média móvel dos 200 períodos, tem o próximo nível de suporte muito perto, nos 19 pontos. A figura técnica que desenvolve, tem fortes implicações baixistas com a perda do nível de 15,40  mas tal não deverá ter viabilidade dado o período temporal excessivo em que a mesma se desenvolveu, e porque tal a ser verdade, levaria o preço a baixo de zero.








Análise Mensal - Junho

http://www.slideshare.net/Fincor/anlise-mensal-junho?from=share_email