ANTEVISÃO DO DIA:
Na Europa os Futuros estão negativos, indicando que os Mercados deverão abrir no mesmo sentido. Destaque para a inflação a publicar em Espanha, a confiança do consumidor na Zona Euro, e os pedidos de empréstimos para a compra de casas nos EUA.
A Semapa apresenta hoje resultados referentes ao primeiro trimestre deste ano, sendo esperado um lucro de 28 milhões de Euros.
http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
NEWSLETTER — NOTA DE FECHO
FECHO DA EUROPA:
Os Índices Ibéricos encerraram negativos, 1,06% e 2,34%, respectivamente Portugal e Espanha. Destaque pela negativa para a PT, EDP e EDP Renováveis que fecharam em mínimos em Portugal, e para o sector financeiro Espanhol e a Repsol (-7,17%). Os restantes Índices Europeus fecharam positivos.
Foi publicada a inflação na Alemanha tendo esta caído mais do que o esperado durante o mês de Maio.
A Itália emitiu 8,5 milhões de Euros em bilhetes do tesouro com maturidade a 6 meses. Destaque para os custos de financiamento da emissão que aumentaram para 2,104%.
Segundo o Credit Suisse, o risco de Portugal abandonar o Euro é inferior a 1%.
http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter2.pdf
Os Índices Ibéricos encerraram negativos, 1,06% e 2,34%, respectivamente Portugal e Espanha. Destaque pela negativa para a PT, EDP e EDP Renováveis que fecharam em mínimos em Portugal, e para o sector financeiro Espanhol e a Repsol (-7,17%). Os restantes Índices Europeus fecharam positivos.
Foi publicada a inflação na Alemanha tendo esta caído mais do que o esperado durante o mês de Maio.
A Itália emitiu 8,5 milhões de Euros em bilhetes do tesouro com maturidade a 6 meses. Destaque para os custos de financiamento da emissão que aumentaram para 2,104%.
Segundo o Credit Suisse, o risco de Portugal abandonar o Euro é inferior a 1%.
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Análise - Índices EUA
Esta semana estará marcada pela despedida do
mês de Maio e as boas vindas ao mês de Junho. Em tão somente quatro dias para
operar nos EUA, o mercado será bombardeado de dados macro-económicos e que em
principio, as atenções estarão postas nos dados de sexta feira que farão
referencia á criação de emprego. Emprego este que conjuntamente com os dados de
crescimento, formam parte dos objectivos previstos pelo G8 á poucas semanas
atrás.
Naquela ocasião, os economistas anteciparam que
em Maio se criaram 155.000 postos de trabalho naquele país, ainda que de acordo
com outros dados, a taxa de desemprego prevê-se inalterada nos 8,1%.
Na quinta-feira, publica-se a revisão do
Produto Interno Bruto referente ao primeiro trimestre de 2012, em que se
antecipa um crescimento de 1,9%. No que respeita aos mesmos dados do último
trimestre de 2011, a leitura foi de 2,2%. Com respeito aos dados deflatores de
preços ligados ao PIB e dados de consumo pessoal, não se esperam muitas
alterações, sendo que a expectativa estará em que seja de 1,5% e 2,9%
respectivamente.
No que diz respeito ao consumo, conhecer-se-ão
os encaixes financeiros e gastos pessoais referentes a Abril, com um aumento
estimado de 0,3% em ambos os casos, e por outro lado as vendas de Automóveis
nos Estados Unidos que poderiam alcançar os 11,2 milhões em Maio... quer isto
dizer, mais 0,7% que em Abril. Este ultimo dado está muito relacionado com a
confiança do consumidor, pois se estes não se sentirem optimistas com a sua
situação laboral, os salários, a evolução dos preços e a economia em geral,
muito provavelmente não se atrevam a trocar de carro, e menos ainda se para
isso necessitarem de financiamento.
Devido ás incertezas da economia global e um
menor optimismo da parte dos Norte Americanos com respeito ao estado das suas
finanças pessoais, estas mantiveram-se inalterados no seu índice de confiança
de Abril, no entanto espera-se que este suba pela primeira vez em três
meses para 70 pontos com respeito a Maio.
O sector imobiliário soma e segue acumulando
alegrias naquele continente, pois a semana passada obtiveram a confirmação de que
se venderam mais casas novas e um maior aumento em dois anos de vendas de casas
em segunda mão. Para esta semana, os dados do índice de preços das casas de
S&P-Case/Shiller nas 20 maiores metrópoles dos EUA, confirmarão ou não o
que se espera ser de 0,7% de crescimento. de se confirmar tais esperanças,
teriam dois meses consecutivos de subidas desde Abril/Maio de 2010.
Também se conhecerão os dados referentes a
vendas pendentes de casas e gastos de construção, que segundo parece, subirá
0,4% em Abril. A diminuição de execuções hipotecárias nos EUA, impulsionou os
preços das casas usadas no mês passado, mostrando assim sinais de recuperação
neste que é considerado o sector mais vulnerável e problemático desde a
recessão de 2007/2009.
No sector industrial, esperam-se os dados do
Índice das manufacturas do FED de Dallas, o PMI de Chicago, com uma leitura
estimada de 57,5 pontos em Maio. Finalmente, o ISM Industrial em Abril atingiu
o seu nível mais alto em 9 meses devido a um aumento dos componentes de
produção, emprego e novas encomendas.
Nos EUA existem factores que nos fazem ser optimistas ou ter
alguma esperança. São eles o volume vendedor decrescente que se verificou nos
últimos dias de transacções da passada semana. Todos eles respeitaram as figuras
envolventes do inicio da semana passada, com maior destaque para o RUSSEL2000
que procurou apoio na media móvel de 200 períodos. Outro factor bastante
positivo é que se recorrermos aos primórdios da analise técnica, sabemos de
Charles Dow, para verificar a veracidade de uma tendência, contrastava os
movimentos produzidos do Dow Jones Industrial com o Dow Jones de Transportes.
Este ultimo realiza uma figura de volta em V, que poderá antecipar o inicio dos
já esperados ressaltos para os mercados financeiros.
O Rácio PUT/CALL já antecipa este cenário para
o curto prazo, e o Índice VIX de volatilidade, confirmá-lo-á com a perda do
suporte do nível 20. Outro indicador muito importante é o T-Bond a 30 anos do
EUA, que começa a denunciar alguma descarga de papel e divergências importantes
nos osciladores. Uma vez que este anda contrario ás bolsas, a ver vamos.
NEWSLETTER — NOTA DE ABERTURA
ANTEVISÃO DO DIA:
Na Europa os Futuros estão positivos, indicando que os Mercados deverão abrir no mesmo sentido. Destaque na Alemanha para os dados a publicar sobre a inflação, e nos EUA sobre as vendas de casas nas 20 maiores cidades do país, a confiança do consumidor e a actividade industrial.
Os preços das importações para a Alemanha aumentaram menos do que o esperado durante o mês de Fevereiro.
A Moody’s publicou um relatório onde indica que pelo menos um quarto das 254 empresas alvo de LBOs na Europa sem rating, com uma dívida conjunta estimada em 133 mil milhões de Euros, poderão entrar em incumprimento devido à crise da dívida soberana na Europa. O relatório afirma que as maiores necessidades de refinanciamento destas empresas acontecerão em 2014.
http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf
Na Europa os Futuros estão positivos, indicando que os Mercados deverão abrir no mesmo sentido. Destaque na Alemanha para os dados a publicar sobre a inflação, e nos EUA sobre as vendas de casas nas 20 maiores cidades do país, a confiança do consumidor e a actividade industrial.
Os preços das importações para a Alemanha aumentaram menos do que o esperado durante o mês de Fevereiro.
A Moody’s publicou um relatório onde indica que pelo menos um quarto das 254 empresas alvo de LBOs na Europa sem rating, com uma dívida conjunta estimada em 133 mil milhões de Euros, poderão entrar em incumprimento devido à crise da dívida soberana na Europa. O relatório afirma que as maiores necessidades de refinanciamento destas empresas acontecerão em 2014.
http://www.patris.pt/uploadfiles/fincor/newsletters/newsletter1.pdf
segunda-feira, 28 de maio de 2012
NEWSLETTER — NOTA DE FECHO
FECHO DA EUROPA:
Os Índices ibéricos encerraram negativos, 0.57% e 2.17% respectivamente Portugal e Espanha, em linha com o do resto da Europa.
Destaque pela negativa em Portugal para a PT e EDP, ambas a transaccionarem em mínimos históricos. A primeira em mínimos de Novembro 1996, e a segunda de Maio de 2003.
Em Espanha o foco esteve no sector bancário, com forte queda, após o corte de rating por parte da Standart&Poors. Bankia -13.3% após anúncio de aumento de capital de 19MM€, Popular -7.5%, Sabadell –5.34%, Caixa Bank –5.09%, BankInter -4.26%, BBVA —3.39% e Santander -3.23%.
O Governador do Banco da Holanda afirmou em Lisboa que “Portugal está a fazer um enorme esforço para manter a casa em ordem “ e pede “continuidade desses esforços”.
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Os Índices ibéricos encerraram negativos, 0.57% e 2.17% respectivamente Portugal e Espanha, em linha com o do resto da Europa.
Destaque pela negativa em Portugal para a PT e EDP, ambas a transaccionarem em mínimos históricos. A primeira em mínimos de Novembro 1996, e a segunda de Maio de 2003.
Em Espanha o foco esteve no sector bancário, com forte queda, após o corte de rating por parte da Standart&Poors. Bankia -13.3% após anúncio de aumento de capital de 19MM€, Popular -7.5%, Sabadell –5.34%, Caixa Bank –5.09%, BankInter -4.26%, BBVA —3.39% e Santander -3.23%.
O Governador do Banco da Holanda afirmou em Lisboa que “Portugal está a fazer um enorme esforço para manter a casa em ordem “ e pede “continuidade desses esforços”.
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Análise Técnica - Psi 20
As cotadas Portuguesas poderão definir o cenário do Índice
para os próximos dias, uma vez que a maior parte das mesmas acusam figuras e
suportes importantes.
A PORTUCEL, REN, SONAECOM, e JERÓNIMO MARTINS
acusam voltas em V que poderão dar lugar a fortes ressaltos. Sendo que esta última apoiou-se na média móvel de 200 péríodos o que poderá servir para dizer
que para ela basta de descidas, ou pelo menos será onde estará o nível de Stop.
A EDP RENOVÁVEIS parece querer realizar um
duplo fundo, a ALTRI continua a marcar mínimos crescentes desde a semana
passada.
O BES, GALP ENERGIA, MOTA ENGIL, PORTUGAL
TELECOM e ZON MULTIMÉDIA, se hoje não fecharem por baixo dos mínimos da
semana passada, poderão dar origem a figuras de volta para o curto prazo.
Dólar Vs. Franco Suíço
Racional:
Desvalorização do
Franco Suíço face ao Euro devido a uma possível intervenção do Banco Central da
Suíça.
Depois de o Euro na semana passada ter
tocado os 1,20098 CHF, assistimos a um volume comprador anormalmente grande,
sinal de que o Banco Central da Suíça pode ter intervindo no mercado ao vender
Francos Suíços e ao comprar Euros.
O Banco Central deste país já tinha
anunciado que não iria deixar o Euro desvalorizar abaixo da fronteira de 1,20
CHF, de maneira a proteger as suas empresas exportadoras.
Quanto à nossa escolha no Dólar face ao
Euro, a razão reside no facto de o Euro se dever encontrar pressionado de novo
esta semana devido aos dados económicos a publicar na região sobre a confiança
na economia, que devem surpreender de novo pela negativa.
Riscos:
Maus dados económicos vindos dos EUA
Técnicos:
O Dólar face ao Euro tem vindo a valorizar
nas últimas semanas, tendo ganho uma tendência altista de curto-prazo. Já o
Euro face ao Franco Suíço encontra-se num canal sem tendência definida, com um
suporte nos 1,20 CHF, valor que não deverá ser quebrado devido às sucessivas
intervenções do Banco Central da Suíça.
Fonte: Bloomberg
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